Pensado em todos os detalhes do primeiro ao último dia! Não precisei me preocupar com nada! Apenas em caminhar! Equipe maravilhosa! Recomendo!!!
Suba até o cume do Mundo Perdido. O Monte Roraima é um tepui de 2.800 m fincado bem na fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Nossas expedições de 8 e 10 dias vencem os paredões até o platô: vales de cristal, piscinas naturais e paisagens que não existem em nenhum outro lugar da Terra.
3 viagens encontradas

Trekking de 12 dias no Monte Roraima, com quatro dias inteiros no platô: Vale dos Cristais, Lago Gladys, El Foso e a fronteira dos três países.
a partir de R$ 8,450
Trekking Monte Roraima de 8 dias saindo de Boa Vista: 3 noites no cume, jacuzzis naturais, Vale dos Cristais e a tríplice fronteira.
a partir de R$ 6,950
Trilha Monte Roraima de 10 dias saindo de Boa Vista: cinco noites de acampamento no tepui, Lago Gladys, Maverick Rock e a tríplice fronteira.
a partir de R$ 7,850
5,0 de 5 · 67 avaliações
Pensado em todos os detalhes do primeiro ao último dia! Não precisei me preocupar com nada! Apenas em caminhar! Equipe maravilhosa! Recomendo!!!
Fiz o Monte Roraima 10 dias (não façam menos se puderem) com eles e tudo, desde o atendimento via WhatsApp, foi sem palavras. Deixaram claro todas as informações do passeio, tiravam todas as dúvidas quase que instantaneamente. Fiz o passeio com o Hernandez, guia com anos de experiência, competência e que tu vê que ama o que faz. Alimentação na expedição farta e deliciosa. Zero perrengue. Recomendo a agencia!
Acho que encontrei simplesmente a melhor empresa de turismo. O briefing foi maravilhoso, a viagem perfeita, os guias totalmente preparados e o atendimento do Bruno, desde o primeiro instante pelo whatsapp fez toda a diferença. Obrigada sempre por me auxiliarem a viver momentos incríveis no Monte.
Sem dúvida a melhor experiência de trekking da minha vida! Tudo, desde o primeiro contato até o fim, quando voltamos aos hotéis, foi completamente profissional. Não foi apenas uma viagem — foi uma expedição de trekking ao mundo ancestral de Makunaíma. Senti como se tivesse entrado em outra dimensão, voltando dois bilhões de anos no tempo e maravilhando com formações sedimentares de centenas de milhões de anos. Eu conseguia sentir a presença da montanha a cada passo, desde o início da trilha até sua base, a subida ao cume e as caminhadas pelo platô. Um lugar mágico e encantador. Isso elevou meu padrão para o que deveria ser o serviço de uma agência de viagens, e sou muito grato por isso. Obrigado!
Uma experiência única. Desde o primeiro contato, fui muito bem atendido e recebi todas as informações de que precisava. Sempre deixaram claro o quanto a expedição seria exigente. Tudo foi muito bem planejado, e do briefing até a volta, só tenho a agradecer à equipe — Ale pelo atendimento, Magno pelo briefing e pela coordenação, Tensing, que foi um guia incrível, e toda a equipe de apoio envolvida. Eu recomendo a qualquer pessoa que sonha em conhecer o Monte Roraima, um lugar único e incrível.
Nota máxima do início ao fim. Ale respondeu com paciência e rapidez às minhas infinitas perguntas. Luiz cuidou dos traslados de chegada e saída. Magno conduziu o briefing pré-trek e a recepção de volta pós-trek. Luisito foi um guia incrível, cheio de histórias, atenção, paciência e energia! Uma viagem perfeita!
O chamado do Monte Roraima é fascinante para quem está disposto a viver uma experiência verdadeiramente única; vale cada esforço que essa aventura exige.
Que lugar incrível! Foi tudo impecável 🙏🏻
Grupo fantástico! Parabéns ao Magno por montar essa aventura inesquecível, coordenar uma equipe incrível de guias e a equipe em Boa Vista e em campo, que sempre foi eficiente e atenciosa, resolvendo cada pequeníssimo contratempo e problema de forma rápida e tranquila.
Que lugar incrível! Tudo foi impecável 🙏🏻
O Monte Roraima é o mais alto dos tepuis, as montanhas de topo plano da Gran Sabana, e se ergue a cerca de 2.800 m no ponto exato em que Brasil, Venezuela e Guiana se encontram. Foram esses paredões verticais e esse platô sempre envolto em nuvens que inspiraram o livro O Mundo Perdido, de Sir Arthur Conan Doyle, em 1912. O topo da montanha continua fazendo jus à história.
A montanha ocupa uma tríplice fronteira. Cada país protege sua parte. Do lado brasileiro, o Parque Nacional do Monte Roraima, sob gestão do ICMBio, cobre cerca de 116.000 hectares no município de Uiramutã, no extremo norte do estado de Roraima. Do lado venezuelano, o tepui fica dentro do Parque Nacional Canaima, Patrimônio Mundial da UNESCO.
Essa divisão pesa na hora de planejar o seu pacote ao Monte Roraima. O parque brasileiro protege o flanco leste da montanha, mas não existe trilha até o cume por ali. A única rota que chega ao topo sai do lado venezuelano, da aldeia indígena de Paraitepuy. Ainda assim, a maioria dos viajantes parte do Brasil, chega de avião a Boa Vista e de lá cruza a fronteira.
Chegar ao cume exige uma travessia pesada, de vários dias. A maioria das expedições dura de 8 a 10 dias, e o mínimo fica em torno de 6. Esse tempo a mais garante de 3 a 5 noites no platô, em vez de uma subida corrida com volta imediata. São cerca de 90 km no total, com rios e savana aberta antes do paredão do tepui.
A subida da trilha do Monte Roraima é feita pela La Rampa, uma saliência natural que corta a face da rocha na diagonal. Não há escalada técnica nem cordas, mas é um dia longo e puxado. Guias e carregadores indígenas Pemón cuidam da logística, levam a carga pesada e preparam todas as refeições na montanha.
No topo, o caminho passa por arenito escuro esculpido em torres e arcos, pelos campos de quartzo conhecidos como Vale dos Cristais, pelas piscinas naturais de água transparente que os viajantes chamam de jacuzzis, pelos Guardiões da Montanha, por outras formações rochosas e pelo mirante La Ventana. Ali crescem plantas endêmicas do tepui.
As versões mais longas da excursão ao Monte Roraima vão além: chegam ao Vale do Mundo Perdido, às águas calmas do Lago Gladys e ao marco da tríplice fronteira, onde Brasil, Venezuela e Guiana se encontram.
A trilha do Monte Roraima combina com quem não se incomoda de caminhar o dia inteiro com uma mochila de ataque, dormir em barraca e encarar o frio e a chuva. No platô, a temperatura fica entre 5 °C e 12 °C o ano todo.
A subida não exige escalada técnica, mas cobra preparo físico consistente, já que os dias são longos e vêm em sequência. Quem tem esse condicionamento e gosto por aventura encontra lá em cima uma paisagem que não se repete em nenhum outro canto do planeta.